segunda-feira, 11 de julho de 2011

A gravidez

Quando estava no primeiro mês de gestação, tive febre alta, fiquei prostrada na cama, vermelhidão pelo rosto e corpo.

Dois dias depois desapareceu tudo. Fui ao ginecologista e ele pediu o exame de sangue, o IgM e o IgC, que não acusaram nenhuma infecção, nem para rubéola que na época era a mais testada.

Fiquei angustiada, com medo que o feto tivesse alguma anomalia, porém o médico disse que estava tudo bem.

Quando completei três meses de gestação, minha barriga inchou, estranhei por que na primeira gravidez nem parecia que estava grávida.

O ginecologista pediu ultrasom e disse que o nenê podia nascer sem braço, sem perna...
Vocês podem imaginar como fui realizar o exame. Fiz o US e vi que o nenê estava bem, tinha os braços, as pernas e ainda deu para contar os cinco dedos das mãos, porém o médico que fez o US pediu para ir urgente ao ginecologista. Fiquei angustiada.

Chegando ao ginecologista ao ver o resultado do US, disse que o nenê era pequeno, e que ele tinha 96% de chance de ser normal.

Passei o resto da gravidez ansiosa, angustiada, chorava muito, com medo que o nenê não estivesse normal.

Com oito meses e meio senti que o bebê não se mexia, fui ao hospital e o ginecologista ouviu os batimentos cardíacos, e resolveu fazer punção para ver a cor do líquido amniótico.

Fui furada três vezes por que o médico não conseguia retirar o líquido. Além da dor sentia  medo que ele atingisse o bebê. Percebi que o médico estava preocupado e não sabia o que fazer. Como eu estava com pouco líquido amniótico, o ginecologista decidiu marcar a cesárea e receitou uma injeção para abrir os pulmões do bebê.